Da Redação com assessoria de imprensa em 10 de Agosto de 2026
Divulgação/Moinho Cultural

Marcos integrará a Curitiba Cia. de Dança a partir de setembro
A conquista foi viabilizada pelo apoio do Instituto Cultural Vale, que possibilitou a Marcos participar de duas semanas de imersão artística no festival. Durante o período, o bailarino realizou quatro cursos com profissionais de destaque nacional e internacional e participou de três processos seletivos para companhias profissionais.
Entre os professores estavam Luiz Rubén, um dos primeiros professores de balé do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, e Cláudia Mota, primeira-bailarina do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Eles ministraram cursos de balé clássico entre os dias 20 e 24 de julho. Marcos também participou de um curso de dança contemporânea com Lili de Grammont, diretora artística da Companhia de Dança de São José dos Campos, entre os dias 27 e 31 de julho, além de uma aula de balé clássico com o bailarino e coreógrafo francês Jason Sabrou, no dia 30.
O momento decisivo ocorreu durante a audição para a Curitiba Cia. de Dança. A atividade teve quatro horas de duração, com aulas de balé clássico, ensaio de repertório neoclássico e contemporâneo, além do processo seletivo.
“A aula da Curitiba foi de três horas, mais uma hora de audição, quatro horas ao todo. Tivemos aula de ballet clássico, ensaio de neoclássico e de contemporâneo. Consegui pegar todas as sequências e, no fim, descobri que era para uma temporada inteira do Quebra-Nozes”, relata Marcos.
O bailarino conta que inicialmente acreditava que participaria apenas da temporada de Quebra-Nozes, mas acabou sendo convidado a integrar o elenco permanente da companhia.
“Não pensei duas vezes, aceitei e assinei o contrato. Eu imaginava que ia fazer parte só do elenco do Quebra-Nozes, mas fui aprovado para entrar na companhia. Essa é a minha primeira audição, nunca tinha feito uma antes, e já passei na primeira oportunidade”, comemora.
Para Márcia Rolon, fundadora e diretora artística do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, a aprovação representa um resultado concreto do processo de formação desenvolvido pela instituição.
“Marcos é fruto de um processo de formação que começa muito cedo, ainda na infância, e que agora se transforma em uma conquista profissional concreta. É a prova de que investir em arte na fronteira gera resultados reais na vida dos nossos participantes”, destaca.
Marcos também atribui a conquista à trajetória construída no Moinho Cultural e destaca a importância do apoio recebido para participar do Festival de Joinville.
“Tudo o que eu sou hoje é por causa do Moinho, que me transformou. Sou muito grato ao Instituto Cultural Vale por ter me proporcionado essa experiência. Entrei no Moinho ainda criança e cresci dentro da instituição, onde construí a base da minha formação como bailarino. O Festival de Joinville é maravilhoso, o melhor do mundo, e eu nunca imaginei estar lá. É uma experiência que vou levar para a vida inteira”, afirma.
Com a aprovação, Marcos inicia em setembro uma nova etapa da carreira, levando para os palcos profissionais a formação construída desde a infância no Instituto Moinho Cultural Sul-Americano.
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