Rosana Nunes em 15 de Junho de 2026
Saul Schramm/Arquivo Secom MS

Novas intervenções programadas serão comunicadas previamente aos usuários da ponte
O bloqueio temporário, com duração prevista de duas horas, é necessário para o avanço das etapas previstas no cronograma da obra. Durante o período, nenhum veículo poderá trafegar pelo local.
A Agesul orienta motoristas, transportadores de cargas e demais usuários da rodovia a se programarem com antecedência e respeitarem a sinalização implantada no trecho.
Desde sexta-feira (12), o tráfego na ponte passou a operar em meia pista, em sistema de pare e siga, como parte da fase inicial dos trabalhos. A operação conta com apoio de plataformas metálicas instaladas para garantir a passagem segura dos veículos durante a intervenção.
A sinalização de orientação vem sendo reforçada ao longo da BR-262, com faixas informativas e painéis de LED instalados em pontos estratégicos, como a entrada de Miranda, acesso ao Lampião Aceso, Anel Viário de Corumbá, proximidades da praça de pedágio e entrada de Porto Esperança.
Obra de R$ 11,7 milhões
A recuperação estrutural da ponte é executada pela Agesul, por meio de termo de cooperação técnica com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), com investimento superior a R$ 11,7 milhões.
Os serviços incluem a recuperação dos elementos estruturais, correção de falhas e reforço da ponte, com o objetivo de ampliar a segurança, a durabilidade e a confiabilidade da estrutura, considerada uma das principais ligações de acesso a Corumbá e à região do Pantanal.
O cronograma prevê que novas interdições programadas possam ocorrer durante a execução da obra, em intervalos médios de 21 dias. A previsão é que esses bloqueios sejam realizados, preferencialmente, em fins de semana e no período noturno, sempre com comunicação antecipada à população.
O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Guilherme Alcântara de Carvalho, afirmou que a intervenção foi planejada para reduzir os impactos aos usuários sem comprometer a segurança da operação.
“Estamos avançando para uma recuperação completa da estrutura, com soluções definitivas e tecnologia adequada. Essa ponte é estratégica para Corumbá e para todo o Pantanal, e nosso compromisso é garantir segurança e durabilidade para quem depende dela diariamente”, declarou.
A ponte sobre o rio Paraguai já havia recebido uma intervenção emergencial do Governo do Estado para estabilização da estrutura. A nova etapa tem prazo de execução de 300 dias, contados a partir da emissão da ordem de início de serviço.
Construída na região do Porto Morrinho, a ponte foi inaugurada em 10 de maio de 2001, pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, e possui 1.890 metros de extensão, sendo um dos principais corredores para transporte de cargas, turismo e deslocamento da população pantaneira.
Com informações da assessoria de comunicação da Agesul.
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