Agência Brasil em 12 de Maio de 2026
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Oferta é isca para capturar dados e cometer delitos


De acordo com a Febraban, criminosos se passam por falsos recrutadores e também como integrantes de falsas agências de emprego enviando mensagens por WhatsApp, e-mail ou em redes sociais.
"Assim, obtêm fotos das vítimas, imagens de documentos, informações bancárias e assinaturas digitais", alerta.
Além de dados, os golpistas podem pedir dinheiro para pagamento de taxa de inscrição, realização de falsos exames médicos ou pagamento de curso preparatório para a vaga que não existe.
Os riscos, além de perder dinheiro imediatamente com essas despesas fictícias, são as vítimas terem sua imagem usada em autenticações biométricas e, junto com documentos informações bancárias, os criminosos levantarem financiamentos em nome das pessoas que caíram no golpe.
No golpe do falso emprego, os criminosos cometem estelionato, que é a vantagem ilícita para si ou para outra pessoa em prejuízo da vítima, furto mediante fraude e apropriação indébita. Os três delitos estão previstos no Código Penal.
No comunicado, a Febraban faz cinco recomendações para não cair no golpe do falso emprego:
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