Rosana Nunes em 29 de Agosto de 2026
Divulgação/Corpo de Bombeiros Militar
Fogo atingia uma extensa área de vegetação, às margens do rio Paraguai
A primeira foi registrada por volta das 17h, quando equipes do 3º Grupamento foram acionadas para se deslocar até uma área de mata localizada em um trecho de encosta da avenida Rio Branco, nas proximidades da região da antiga Sobramil.
A Central de Operações da corporação informou que as chamas atingiam uma extensa área de vegetação em um terreno bastante íngreme, que se estende da encosta até a barranca do rio Paraguai. O local é utilizado com frequência por pescadores e outras pessoas que acessam as margens do rio por trilhas.
Durante o atendimento, os bombeiros encontraram amontoados de lixo deixados na área. Uma das possibilidades consideradas é que o material tenha sido queimado de forma intencional para descarte, mas a origem do incêndio não foi confirmada.
O fogo se espalhou pela vegetação, favorecido pelo vento, que contribuiu para o avanço das chamas por um trecho considerável da encosta. O acesso ao local também dificultou o trabalho das equipes, tanto pela parte superior, a partir da avenida Rio Branco, quanto pela região próxima ao rio.
O combate e o rescaldo duraram aproximadamente duas horas e meia, com o uso de cerca de 5 mil litros de água. Após controlar as chamas, os bombeiros realizaram o rescaldo e vistoriaram a área para eliminar possíveis focos remanescentes e evitar uma nova propagação do fogo.
Terreno baldio
Divulgação/Corpo de Bombeiros Militar

Bombeiros durante ocorrência de incêndio na rua Monte Castelo
No local, os militares constataram que o fogo atingia uma área de média proporção, com grande quantidade de vegetação densa, e havia se propagado para uma residência abandonada existente no terreno.
Os bombeiros realizaram o combate às chamas e impediram que o incêndio avançasse para outras áreas. Também foi feito o combate e o rescaldo na estrutura abandonada. Durante a ocorrência, foram utilizados aproximadamente 1.000 litros de água.
Alerta
O Corpo de Bombeiros Militar reforça que a queima de lixo em áreas de vegetação é uma prática perigosa, principalmente durante períodos de estiagem e com a presença de ventos. As chamas podem se espalhar rapidamente, atingir áreas maiores e colocar em risco o meio ambiente e a segurança da população.
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