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Mulher é executada dentro de casa após invasão por janela da cozinha

Campo Grande News em 21 de Junho de 2026

Rio Brilhante em Tempo Real

Assassino entrou no imóvel e atirou contra a vítima na sala

Kátia Lima Chimenes, de 36 anos, foi morta com um tiro na cabeça dentro da própria residência na noite de sábado (20), na Vila Juquita, em Maracaju. O crime foi praticado por dois homens que invadiram o imóvel pelos fundos. 

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada após denúncias de disparos de arma de fogo. Quando os policiais chegaram ao local, encontraram familiares da vítima e iniciaram os primeiros levantamentos sobre o caso.

O filho de Kátia, menor de idade e que estava na residência no momento do crime, contou que dois homens usando roupas escuras e capacetes se aproximaram da casa por uma área nos fundos do terreno, próxima à antiga estação ferroviária. Segundo o relato, um dos suspeitos entrou no imóvel pela janela da cozinha, enquanto o outro permaneceu do lado de fora.

Kátia estava na sala quando foi atingida pelo disparo. O companheiro dela também estava na residência e relatou à polícia que ouviu o tiro enquanto estava em um dos quartos. Ao sair para verificar o que havia acontecido, encontrou a mulher caída no chão.

Ainda conforme o depoimento, um dos invasores apontou a arma em sua direção, mandou que abaixasse a cabeça e tentou efetuar um disparo. O homem afirmou ter ouvido o acionamento do gatilho, mas a arma teria falhado. Em seguida, o suspeito fugiu pela mesma janela utilizada para entrar na residência. A informação faz parte do relato prestado à polícia e será apurada durante a investigação.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e constatou a morte da vítima ainda no local. Após a chegada da perícia, foram encontradas duas cápsulas deflagradas de calibre .380. Segundo os peritos, Kátia foi atingida por um único tiro na cabeça. Outra munição também teria sido disparada durante a ação, mas não a atingiu.

O local foi isolado para os trabalhos periciais e equipes da Polícia Civil passaram a buscar imagens de câmeras de segurança que possam ajudar na identificação dos autores. 

A casa onde Kátia foi executada já aparecia em uma investigação por tráfico de drogas. Segundo denúncia do Ministério Público, ela era acusada de vender entorpecentes com um dos filhos no imóvel da família. Kátia foi morta meses depois de ter sido presa em flagrante no mesmo contexto investigado pela polícia, que agora segue com a apuração do caso.