Rosana Nunes em 18 de Fevereiro de 2026
Anderson Gallo/Arquivo Diário Corumbaense

Sede da 1ª Delegacia de Polícia Civil, onde acusados de homicídio se apresentaram
De acordo ele, o mandado expedido pelo Poder Judiciário foi imediatamente cumprido, e o investigado foi formalmente preso e submetido aos procedimentos legais cabíveis.
Lucas é apontado como um dos envolvidos no assassinato do garçom Luiz Carlos Nunes de Matos, de 52 anos, morto na madrugada de 13 de fevereiro de 2026, na rua Edu Rocha, entre as ruas Cuiabá e América.
O crime foi registrado por câmeras de segurança. Segundo as investigações, Luiz Carlos foi atingido por um disparo de arma de fogo na região do pescoço depois de parar em uma conveniência para comprar ração para cães.
Conforme relato da esposa da vítima à polícia, ela havia encerrado o expediente em um restaurante e o marido a buscou em um VW Gol branco. Eles deram carona a uma amiga até o bairro Nova Corumbá e antes de chegar à residência, o casal decidiu parar em uma conveniência.
Luiz desceu do veículo e conversava com um conhecido, que trabalha como vigia, quando um Fiat Siena prata, ocupado por dois homens e uma mulher, parou próximo ao local. Dois ocupantes desceram, passaram a ofender e empurrar o garçom, que tentou evitar a confusão. Durante a discussão, um dos envolvidos teria dito: “Você não me conhece”. O grupo deixou o local em seguida.Minutos depois, o mesmo veículo retornou. Ryan Gustavo Pereira de Moura, de 21 anos, desceu armado com um revólver e efetuou vários disparos contra Luiz Carlos. Um dos tiros atingiu o pescoço da vítima, que caiu. Ele foi socorrido pela esposa, com ajuda de outras pessoas, e levado ao Pronto-Socorro Municipal, mas já chegou sem vida.
Durante a investigação, a Polícia Civil colheu depoimentos de testemunhas, fez diligências, apreendeu o veículo utilizado no crime e analisou imagens de segurança, o que permitiu identificar os envolvidos e reconstituir a dinâmica dos fatos.
Ryan teve a prisão preventiva decretada e se apresentou na segunda-feira (16) à polícia, onde foi interrogado e preso. Já Lucas Rodrigues não havia sido localizado pelos investigadores e era considerado foragido até se apresentar na noite de terça-feira.
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