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Agepen admite falha no presídio de Campo Grande

Midiamax em 02 de Maio de 2011

Divulgação

Carlos Henrique da Silva, o Danone, que tentou fugir do Presídio de Segurança Máxima

O diretor da Agência Penitenciária (Agepen), o coronel da Polícia Militar Deusdete de Oliveira foi questionado durante coletiva à imprensa sobre o fato de uma pistola ter parado nas mãos de Carlos Henrique da Silva, o Danone, que hoje tentou fugir do Presídio de Segurança Máxima, em Campo Grande. Ele disse que acredita que a arma tenha entrado fragmentada (em pedaços) e depois foi montada aos poucos.

"Tem 1.700 presos na Máxima e em média 600 a 700 pessoas passam durante visita. Fica difícil controlar tanta gente", disse Deusdete. Porém, o diretor da Agepen não comentou sobre o sistema de detector de metais, se está funcionando ou não.

Deusdete Oliveira não comentou durante a coletiva sobre a possibilidade da pistola utilizada por Danone tenha entrado na Máxima por meio de facilitação de algum funcionário. Limitou-se a dizer apenas que o caso será investigado.

Carlos Henrique da Silva, o Danone, que tentou fugir do Presídio de Segurança Máxima, na manhã desta segunda-feira, foi um dos líderes da rebelião de 2006, no mesmo local. Na época, motins também foram desencadeados simultaneamente em Dourados, Corumbá e Três Lagoas.

A tentativa

Carlos Henrique e o detento Adilson Pereira dos Santos pediram por atendimento de saúde e quando estavam sendo levados para o setor de saúde, Danone esboçou tentativa de fuga em direção ao portão que dá acesso à rua. Um dos agentes acionou o apito e foi dado então alerta geral.

Portando uma pistola 635, Danone dominou dez pessoas, entre médicos, enfermeiros, professores e psicólogos encarregados de atendimento médico, e as levou para uma das salas do setor médico. A tropa de choque foi acionada e iniciado o processo de negociação que resultou na rendição dos detentos. Segundo o que levantou a Agepen, Adilson Pereira não teve ligações com a tentativa de fuga.

Após a rendição, Danone foi levado para a sede do 3º DP. Não foi divulgado se ele será transferido.
As informações repassadas pela polícia dão conta que ele tentou fugir do Fórum de Campo Grande em 2006, quando ia para uma audiência. Além disso, ele também já foi transferido para o Presídio federal de Catanduvas.

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